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Prazer, sou Amanda Viola



Prazer, sou Amanda Viola e não tem nada que me fascina mais do que a comida e tudo que envolve essa temática. E isso é suficiente para você me conhecer 🙂 Acredito que, apenas analisando o que se come, aprendemos sobre cultura, hábitos, sustentabilidade, saúde ... e esse caminho nos leva a ter uma consciência e envolvimento maior com o todo. Por isso, meu olhar é através dessa lente e a consciência sobre a alimentação será o fio condutor que vai guiar nossas conversas por aqui.


Eu amo comer! E também amo cozinhar. Na verdade não sei se gosto mais de cozinhar, para comer bem, ou se gosto tanto de comer que precisei aprender a cozinhar e encontrei prazer nesse processo. Cresci apaixonada pela ideia de cozinhar e cuidar de mim e dos outros através da comida (deve ser coisa de canceriana).


Até que virei dona da minha casa, mas demorei para encaixar a cozinha de forma "orgânica" e agradável no meu dia a dia. Sentia como se fosse uma obrigação cozinhar e pouco a pouco perdi o encanto pela cozinha quando comecei a ter que cozinhar todo dia. Era uma cobrança sem prazer… Me incomodava ter que pensar no que preparar para o jantar, não tinha criatividade e fazia sempre mais do mesmo… Parecia não fluir… fazia comida de forma automática, só repetindo o que já estava acostumada a preparar (as mesmas coisas que comia na casa dos meus pais). Não tinha prazer em cozinhar porque eu cozinhava coisas que não despertavam em mim interesse.


Daí aos poucos fui entendendo e ressignificando a minha cozinha. Entendi porque a cozinha sempre me fez sentir mais conectada comigo mesmo.

Cozinhar é meu momento de cuidar de mim. Comer significa nutrir minhas células com prazer. Sempre.


Comer de forma equilibrada consiste em disfrutar a abundância do caminho, conhecer aquilo que te faz sentir bem, que te dá energia, dá paz na sua relação com a comida e mantém seu sorriso no rosto. Não é seguir uma alimentação monótono, dieta específica cheia de restrições e regras ou passar fome.


"Lo primero que debes saber sobre mí es que no soy tú. Muchas cosas cambiarán después de esto." - Anônimo


Vivemos melhor quando fazemos e pensamos o que queremos ou o que sabemos que é melhor para a nós mesmo. Acredito que se conhecer e se respeitar é o caminho para viver melhor. O que é bom para você, pode ser um veneno para mim: bioindividualidade.

Cada um tem suas necessidades. Deixar fluir a sua autenticidade e suas imperfeições, ser vulnerável, se expor, testar e provar é o que te faz ser autêntico e permite brilhar e aproveitar e disfrutar de todas as possibilidades.


E a cozinha me ajudou a entender melhor meu caminho, saber o que eu gosto, o que eu quero, o que me faz bem e, acima de tudo, a disfrutar.


Antes que você pergunte, o que essa foto tem a ver com o texto: essa é uma paella que eu e meu marido fazemos aqui em casa com ingredientes locais acompanhada de uma cervejinha. E essa receita, que não fazia parte do meu repertório, agora é minha confort food porque, depois de vir morar na Espanha, representa muito a história que estou escrevendo.


E você? O que te faz bem?

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