• amandawviola

Atenção plena



Muitas vezes me vejo perdida no meu caos interno de pensamentos que me geram mais angustia e ansiedade. Exercitar a atenção plena tem me ajudado a acalmar meu coração. É como encontrar um espaço de pausa para gerenciar meus pensamentos.


Tem inúmeras formas de praticar o mindfulness (ou atenção plena) e recomendo que você invista um tempo para conhecer as diferentes técnicas. A meditação é uma delas, mas existem também as práticas informais que te ancoram no presente ao longo do dia.


Uma dessas práticas de atenção plena consiste em colocar seu foco no que está fazendo e sentindo naquele momento: se estamos tomando banho, sentir a água, a temperatura, os aromas...


E por que não falar de atenção plena enquanto estamos comendo? Praticar a alimentação consciente é uma experiência que envolve mente, corpo e coração. Estar no presente durante uma refeição te permite ter mais consciência nas suas escolhas alimentares - e você deixa de comer como um robô no piloto automático que nem mastiga a comida, que não saboreia, que não disfruta com prazer de uma refeição.


Você está ali, presente, atenta e não está perdida no mar de pensamentos que te levam para longe. Saboreando o equilíbrio dos gostos básicos, percebendo texturas, descobrindo camadas de sabores, registrando preferências e entendendo a mágica da cozinha.


Além disso, ao comer com consciência, temos mais cuidado com a escolha e seleção dos alimentos que nos fazem bem e se relacionam com o que acreditamos.


Para mim a comida que mais me satisfaz (corpo, mente e coração) é aquela que eu faço na minha casa. É a comida que eu faço do jeito que eu gosto, com ingredientes de qualidade que eu comprei do fornecedor local, com os temperos que eu adoro e sabores que me lembram histórias ou momentos da minha vida.


Complementando a nossa conversa do meu último artigo, comer bem inclui a forma como comemos. E quando você come bem e ao mesmo tempo sente que está fazendo o melhor para o seu corpo, encontra aquela gostosa sensação de paz com você mesmo.


E tá tudo bem.


Vou lançar um desafio: faça o exercício de atenção plena ao comer um cheetos.

Provavelmente, você vai perceber que o gosto daquilo é minimamente esquisito e vai se perguntar se vale a pena continuar comendo.

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